5 Dicas Para Sobreviver À Crise do Brasil


O país é feito, acima de tudo, por pessoas, por seu povo que, unido, tem força e importância para enfrentar esses e outros momentos.

Começou entre rumores e estimativas, mas o fato é que a crise em nosso país no ano de 2015 passou de possibilidade a fato consumado. Estamos em meio a ela, vivendo-a todos os dias e em nossos cotidianos, e agora nos resta aguardar (e torcer) para que a crise do Brasil perca a força e finalmente deixe de ser um dos assuntos mais comentados do dia a dia.

Não é preciso ser um especialista para entender o quanto a crise chegou e se alastrou pelo país, participando ativamente de nossas atividades e nossa realidade diárias. Os impactos da crise do Brasil na vida das pessoas e nos negócios das empresas apresentou uma inflação em ritmo acelerado, não mais sendo possível maquiá-la entre artifícios contábeis e estimativas econômicas.

A crise do Brasil passou de economia pressionada a integrante das famílias brasileiras, em um ambiente doméstico complicado e alarmante. No noticiário, a crise é pauta constante e o nosso real sofre desvalorização desenfreada, tendo sido a moeda que mais perdeu valor entre julho e agosto, perdendo apenas para a Rússia e Turquia.

Mas, entre tensões e aflições, o fato é que o ano de 2015 está a poucos meses de acabar e, sem sombra de dúvidas, pular as 7 ondinhas na virada do calendário terá mais esperança e significado do que se imagina. Isso por que a crise do Brasil deverá começar a perder a força durante o primeiro semestre de 2016, segundo especialistas, passando a melhorar a partir de então. O ano de 2016 começará com crescimento zero, tendo queda ainda em seu primeiro semestre, mas retomando o ritmo a partir do segundo semestre.

Entre a área governamental e econômica do país, os planejamentos para o país voltar a crescer estão aquecidos, porém, sem precisar esperar que nossos governantes possam fazer algo, cada um de nós pode dar a sua contribuição para que o cenário de crise seja modificado. O governo precisa elencar estratégias e planos para ganhar impulso novamente em sua economia, mas a mudança pode acontecer a partir de cada brasileiro. Como? Fazendo a nossa parte.

Por isso, trouxemos 5 dicas de como podemos enfrentar a crise do Brasil de maneira ativa, sem alarmar nossos bolsos e nossos nervos. Confira:

1. Seja criativo e aja!

Em um momento que clama por mudança, o melhor que podemos fazer é não ficarmos parados de braços cruzados, lamentando e esperando que a crise passe para fazermos algo. Conforme uma frase de Dalai Lama, “seja a mudança que você quer ver no mundo”, podemos entender que a mudança começa a partir de cada um e, posteriormente, através da união entre as pessoas. Portanto, analise o que você pode fazer no seu dia a dia que pode contribuir para este momento em que o país está passando. Ao menos cuidando da sua vida financeira e da sua família, assim como pequenos atos que podem gerar economia de recursos para nosso meio ambiente.

2. Reduza seu endividamento

Em um momento em que a economia do país, em todos os setores, sofre com turbulências e instabilidades, o melhor que podemos fazer é refrear as compras, principalmente aquelas feitas a prazo, que geram juros no cartão de crédito. Para isso, faça uma análise: o que realmente é necessário para mim e para a minha família? O quanto a compra deste bem pode esperar, até que a situação esteja mais segura? Eu realmente preciso deste produto? Desta maneira, uma ótima dica é colocar tudo na ponta do lápis, assim fica mais fácil visualizar objetivamente o que é mais urgente e necessário e o que pode esperar mais um pouco. Com isso, as compras ficam mais conscientes, não pesando tanto no bolso nem na consciência.

3. Faça uma análise de tudo que você já tem

Comece fazendo um inventário de tudo que você tem em casa. O que pode ser aproveitado, reaproveitado e o que não fará mais falta. Assim, inclusive, você poderá repassar o que não é mais útil para você a outras famílias, ajudando-as também a enfrentar a crise do Brasil. Com isso, praticamos a generosidade, fazemos um bem ao próximo e a nós mesmos, amenizando os efeitos emocionais e psicológicos da crise em nosso cotidiano. Afinal, é dando que se recebe e nada melhor do que a união, com cada um fazendo um pouquinho que pode, para transformar esse período conturbado em dias mais suaves e esperançosos.

4. Economize diariamente

Todos os dias podemos fazer algo que, em longo prazo, poderá resultar em uma economia significativa, tanto financeiramente quanto ambientalmente. Devido a crise do Brasil, em 2015, tivemos muitas altas em taxas de recursos que utilizamos diariamente, como água e luz. Por isso, um importante primeiro passo para participar dessa mudança de atitude é realizar pequenas economias no seu lar, como economizar água e luz. Começando por desligar a luz dos ambientes ao sair; escovar os dentes com a torneira fechada; tomar banhos mais curtos; juntar água da chuva para lavar calçadas e o carro; evitar o desperdício de alimentos e realizar compras mais conscientes, preservando o que é apenas necessário; e assim por diante.

5. Mantenha a calma

Acima de tudo, procure se informar, na história, como outros países passaram por crises e se restabeleceram após esses períodos. Isso por que as crises vêm, mas passam. Em momentos de tensões e incertezas, o melhor que podemos fazer é aprender com a situação, aprender com os erros para que não sejam mais cometidos, e se unir acima de tudo, afinal todos estamos no “mesmo barco”. Por isso, perder a calma, descontrolar os nervos, sofrer psicológica e emocionalmente, somente trará mais prejuízos ainda, como um todo, não resolvendo em nada a situação. Caso você esteja desta maneira, procure ajude, converse com outras pessoas ou com profissionais capacitados para isso, como terapeutas, participe de grupos, leia e se informe muito do que é possível ou não fazer. Não há mal que dure para sempre e, conforme um adágio popular, “depois da tempestade sempre vem a bonança”.

O país não é feito somente de governantes. O país não é feito somente de empresas e seus capitais financeiros. O país é feito, acima de tudo, por pessoas, por seu povo que, unido, tem força e importância para enfrentar esses e outros momentos. Na alegria e na tristeza, podemos sempre fazer a nossa parte.

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